Em escritórios onde existe o ‘promoter’ social, ou seja, a pessoa que agita as comemorações corporativas, o maior pecado que um funcionário pode cometer é tentar manter a sua individualidade. A pessoa que tenta manter-se estritamente no seu trabalho e não quer conviver com os colegas além do trato estritamente necessário do profissional (afinal, é um direito), ganha alcunhas do tipo ‘anti-social’, ‘não-sociavel’ e volta e meia é apunhalado moralmente, como se fosse obrigado a dar informações da sua vida para os imbecis plenipotentes de escritório.
